<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3579575048293629565</id><updated>2012-01-09T17:27:32.856-08:00</updated><title type='text'>Professor Marcelo</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://professormarcelohistoria.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3579575048293629565/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professormarcelohistoria.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Professor Marcelo Tavares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11142976079837848772</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/_ZXvafw-nagI/Sn_7G6hNO9I/AAAAAAAAAAM/7QbRW5yYWV8/S220/Tartaruga.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>8</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3579575048293629565.post-2852288442822267321</id><published>2011-06-18T17:23:00.000-07:00</published><updated>2011-06-18T17:38:44.483-07:00</updated><title type='text'>Oliveira Lima e a fundação da nacionalidade brasileira por Dom João VI</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-q4KuNvrCbCs/Tf1D0rRb8FI/AAAAAAAAAB0/lvVG_xLWeJ4/s1600/Oliveira%2BLima%2Be%2Ba%2Bfunda%25C3%25A7%25C3%25A3o%2Bda%2Bnacionalidade%2Bbrasileira%2Bpor%2BDom%2BJo%25C3%25A3o%2BVI%252C%2BMarcelo%2Bdos%2BReis%2BTavares%252C%2BS%25C3%25A9rie%2BTCC%252C%2BUnesp%252C%2B2003.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 234px; FLOAT: left; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5619722482276364370" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-q4KuNvrCbCs/Tf1D0rRb8FI/AAAAAAAAAB0/lvVG_xLWeJ4/s320/Oliveira%2BLima%2Be%2Ba%2Bfunda%25C3%25A7%25C3%25A3o%2Bda%2Bnacionalidade%2Bbrasileira%2Bpor%2BDom%2BJo%25C3%25A3o%2BVI%252C%2BMarcelo%2Bdos%2BReis%2BTavares%252C%2BS%25C3%25A9rie%2BTCC%252C%2BUnesp%252C%2B2003.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Esse foi o título do meu Tabalho de Conclusão de Curso (TCC), para a graduação em História na Unesp de Franca. Concluí o curso em 2001 e dois anos depois tive a honra de ter o meu trabalho escolhido para a publicação. Nele eu analiso a ideia do historiador e diplomata brasileiro Oliveira Lima (1867-1928), segundo a qual a vinda da corte portuguesa para o Brasil e, em especial, as reformas promovidas por Dom João a partir de 1808, lançaram as bases de uma nacionalidade genuinamente brasileira.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3579575048293629565-2852288442822267321?l=professormarcelohistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professormarcelohistoria.blogspot.com/feeds/2852288442822267321/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professormarcelohistoria.blogspot.com/2011/06/oliveira-lima-e-fundacao-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3579575048293629565/posts/default/2852288442822267321'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3579575048293629565/posts/default/2852288442822267321'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professormarcelohistoria.blogspot.com/2011/06/oliveira-lima-e-fundacao-da.html' title='Oliveira Lima e a fundação da nacionalidade brasileira por Dom João VI'/><author><name>Professor Marcelo Tavares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11142976079837848772</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/_ZXvafw-nagI/Sn_7G6hNO9I/AAAAAAAAAAM/7QbRW5yYWV8/S220/Tartaruga.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-q4KuNvrCbCs/Tf1D0rRb8FI/AAAAAAAAAB0/lvVG_xLWeJ4/s72-c/Oliveira%2BLima%2Be%2Ba%2Bfunda%25C3%25A7%25C3%25A3o%2Bda%2Bnacionalidade%2Bbrasileira%2Bpor%2BDom%2BJo%25C3%25A3o%2BVI%252C%2BMarcelo%2Bdos%2BReis%2BTavares%252C%2BS%25C3%25A9rie%2BTCC%252C%2BUnesp%252C%2B2003.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3579575048293629565.post-816038418651693948</id><published>2010-04-14T15:01:00.000-07:00</published><updated>2010-04-14T15:06:53.354-07:00</updated><title type='text'>Novo fóssil pode ser ancestral humano, mas especialistas pedem cautela</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_ZXvafw-nagI/S8Y8aZ5_6xI/AAAAAAAAABY/t9JD0ez6KyA/s1600/berger2-int%5B1%5D.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 282px; FLOAT: left; HEIGHT: 290px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5460118022561721106" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ZXvafw-nagI/S8Y8aZ5_6xI/AAAAAAAAABY/t9JD0ez6KyA/s320/berger2-int%5B1%5D.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A história da evolução humana acaba de ganhar mais um personagem, com pinta de protagonista. Pesquisadores na África do Sul anunciaram a descoberta de uma nova espécie de hominídeo, chamado Australopithecus sediba, que viveu há quase 2 milhões de anos e pode ser a linhagem da qual se originaram os seres humanos modernos.&lt;br /&gt;Dentre todos os tipos de australopitecinos conhecidos (agora são cinco), este é o que mais se assemelha aos primeiros representantes do gênero Homo, como o Homo habilis e o Homo erectus, que deram origem, em última instância, ao Homo sapiens.&lt;br /&gt;Vários ossos e fragmentos de ossos de A. sediba, incluindo um crânio em ótimo estado de preservação, foram desenterrados de uma região cavernosa próxima a Johanesburgo. Eles pertenciam a dois indivíduos pré-históricos: um jovem, com 10 a 13 anos de idade, e uma mulher, com cerca de 30.&lt;br /&gt;A datação dos sedimentos nos quais os fósseis foram encontrados indica que eles morreram cerca de 1,9 milhão de anos atrás, posicionando a espécie num período crucial da evolução humana, em que versões mais modernas de Australopithecus estavam dando lugar a versões mais primitivas de Homo.&lt;br /&gt;O Australopithecus sediba desponta nesse cenário como uma espécie transitória, portando características de ambos os gêneros. Sua morfologia geral é típica dos australopitecinos, com cérebro pequeno, baixa estatura, braços longos e pernas curtas. Mas há peculiaridades no formato do crânio e da pélvis que o colocam mais próximo do gênero Homo do que os outros.&lt;br /&gt;"Se fosse só pela pélvis, eu diria que é um Homo erectus", diz o pesquisador Lee Berger, do Instituto de Evolução Humana da Universidade de Witwatersrand, na África do Sul, principal responsável pela descoberta e pela descrição dos fósseis, publicada na revista Science. "Sabemos agora que é preciso muito mais partes (de um esqueleto) para definir uma espécie ou até um gênero", completou ele, referindo-se à controvérsia que envolve a classificação dos fósseis mais primitivos de Homo. Muitos pesquisadores acham que H. habilis e H. rudolfensis, por exemplo, deveriam ser reclassificados como Australopithecus.&lt;br /&gt;Em entrevista coletiva por telefone, Berger contou que sua primeira inclinação foi mesmo classificar o A. sediba no gênero Homo. No fim das contas, porém, várias características mais primitivas - principalmente os braços longos e a cabeça pequena - acabaram por segurar o fóssil entre os australopitecinos. A capacidade endocraniana do A. sediba (espaço disponível para o cérebro) era de 420 cm³, pouco maior que a de um chimpanzé moderno (350 cm³), porém menos da metade da de um Homo erectus (900 cm³) e apenas um terço da de um Homo sapiens (1.300 cm³).&lt;br /&gt;O que não diminui a importância da descoberta. De fato, esse mosaico de características coloca o A. sediba como um forte candidato a ancestral direto dos seres humanos modernos. Trata-se de uma história complicada, que pode ser contada de diferentes formas, dependendo do narrador. Assim como há várias espécies descritas de Australopithecus, há várias espécies de Homo, e não há consenso entre os cientistas sobre como cada uma delas se relaciona no emaranhado de galhos e raízes da árvore evolutiva que deu fruto ao Homo sapiens. As únicas "certezas", aparentemente, são que os Australopithecus deram origem ao Homo, cerca de 2 milhões de anos atrás, e que o Homo erectus deu origem ao Homo sapiens, cerca de 200 mil anos atrás.&lt;br /&gt;Cabe aos paleoantropólogos, agora, encaixar o A. sediba nesse quebra-cabeça. Os autores do trabalho na Science levantam três possibilidades: 1) ele pode ser a espécie da qual se originou todo o gênero Homo (especialmente o H. erectus); 2) ele pode ter dado origem a alguns gêneros de Homo, mas não ao H. erectus (nesse caso, não seria um ancestral direto do ser humano moderno); ou 3) ele pode ser, simplesmente, uma linhagem de Australopithecus que acabou extinta sem deixar descendentes - um experimento evolutivo que não foi adiante, por assim dizer.&lt;br /&gt;"Cada novo fóssil complica mais as coisas", impressiona-se o pesquisador Sandro Bonatto, da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, que estuda evolução. "O fato de uma espécie ter características humanas não significa que seja um ancestral direto nosso."&lt;br /&gt;"É tudo um grande mosaico", explica o pesquisador Walter Neves, diretor do Laboratório de Estudos Evolutivos Humanos da Universidade de São Paulo, especialista em evolução humana. "O problema não é falta de fósseis", garante ele. "Temos até um excesso de possibilidades. A grande pergunta é: De qual linhagem de Australopithecus surgiu o homem?"&lt;br /&gt;Do ponto de vista morfológico, diz Neves, o A. sediba é um bom candidato. Do ponto de vista temporal, porém, ele só poderá ser considerado um ancestral humano se fósseis mais antigos da espécie forem encontrados, já que o gênero Homo surgiu há mais de 2 milhões de anos, e os dois esqueletos de A. sediba encontrados até agora foram datados entre 1,78 e 1,95 milhão de anos.&lt;br /&gt;Como esses são os primeiros fósseis descobertos, ainda não há como saber a extensão temporal ou geográfica que o A. sediba ocupou. "É provável que estes não tenham sido os primeiros nem os últimos da espécie", aposta Berger.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CETICISMO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"São necessárias mais escavações para encontrar mais espécies e esqueletos mais completos de forma a complementar estas análises, cujas conclusões são ainda controversas sobre a relação de ancestralidade entre o gênero Homo e o Australopithecus", avalia, mais cético, o geneticista Fabrício Santos, da Universidade Federal de Minas Gerais. Sua primeira impressão é que o A. sediba é "apenas mais um Australopithecus", sem relação direta com o homem moderno.&lt;br /&gt;Berger já adiantou que há mais fósseis de A. sediba sendo escavados do mesmo local - de pelo menos dois outros esqueletos -, mas preferiu não dar detalhes.&lt;br /&gt;Da maneira como está, por volta de 2 milhões de anos atrás havia seis espécies de hominídeos caminhando pela África (talvez mais, talvez menos, dependendo da classificação de alguns fósseis mais fragmentados): Homo habilis, Homo erectus, Homo rudolfensis, Paranthropus robustus, Paranthropus boisei e, agora, Australopithecus sediba.&lt;br /&gt;"Claramente um é diferente do outro. Agora, se são espécies diferentes ou variações geográficas de uma mesma espécie é algo que se discute", avalia Bonatto. "Se com bichos atuais já é difícil às vezes distinguir o que é espécie e o que é subespécie, imagine então com fósseis."&lt;br /&gt;Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,novo-fossil-pode-ser-ancestral-humano-mas-especialistas-pedem-cautela,535755,0.htm&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3579575048293629565-816038418651693948?l=professormarcelohistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professormarcelohistoria.blogspot.com/feeds/816038418651693948/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professormarcelohistoria.blogspot.com/2010/04/novo-fossil-pode-ser-ancestral-humano.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3579575048293629565/posts/default/816038418651693948'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3579575048293629565/posts/default/816038418651693948'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professormarcelohistoria.blogspot.com/2010/04/novo-fossil-pode-ser-ancestral-humano.html' title='Novo fóssil pode ser ancestral humano, mas especialistas pedem cautela'/><author><name>Professor Marcelo Tavares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11142976079837848772</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/_ZXvafw-nagI/Sn_7G6hNO9I/AAAAAAAAAAM/7QbRW5yYWV8/S220/Tartaruga.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_ZXvafw-nagI/S8Y8aZ5_6xI/AAAAAAAAABY/t9JD0ez6KyA/s72-c/berger2-int%5B1%5D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3579575048293629565.post-5369521839854505700</id><published>2010-02-22T11:38:00.001-08:00</published><updated>2012-01-01T18:30:24.111-08:00</updated><title type='text'>Linha do tempo - História do Brasil</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-C5dIil2MvNI/TwEQHP3deYI/AAAAAAAAAB8/GVltWGEqX1U/s1600/Brasil.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 444px; FLOAT: left; HEIGHT: 382px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5692849120677296514" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-C5dIil2MvNI/TwEQHP3deYI/AAAAAAAAAB8/GVltWGEqX1U/s320/Brasil.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_ZXvafw-nagI/S4LdSa__gxI/AAAAAAAAABQ/DKsJ11XJErA/s1600-h/Linha+do+tempo+(Brasil).JPG"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3579575048293629565-5369521839854505700?l=professormarcelohistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professormarcelohistoria.blogspot.com/feeds/5369521839854505700/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professormarcelohistoria.blogspot.com/2010/02/linha-do-tempo-historia-do-brasil.html#comment-form' title='16 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3579575048293629565/posts/default/5369521839854505700'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3579575048293629565/posts/default/5369521839854505700'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professormarcelohistoria.blogspot.com/2010/02/linha-do-tempo-historia-do-brasil.html' title='Linha do tempo - História do Brasil'/><author><name>Professor Marcelo Tavares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11142976079837848772</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/_ZXvafw-nagI/Sn_7G6hNO9I/AAAAAAAAAAM/7QbRW5yYWV8/S220/Tartaruga.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-C5dIil2MvNI/TwEQHP3deYI/AAAAAAAAAB8/GVltWGEqX1U/s72-c/Brasil.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>16</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3579575048293629565.post-6547818754581353080</id><published>2010-02-22T11:36:00.000-08:00</published><updated>2010-02-22T11:37:34.024-08:00</updated><title type='text'>Linha do tempo - História Geral</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_ZXvafw-nagI/S4Lc8AeUMiI/AAAAAAAAABI/M-f927S6WEg/s1600-h/Linha+do+tempo+(Geral).JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 83px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_ZXvafw-nagI/S4Lc8AeUMiI/AAAAAAAAABI/M-f927S6WEg/s320/Linha+do+tempo+(Geral).JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5441154223294394914" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3579575048293629565-6547818754581353080?l=professormarcelohistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professormarcelohistoria.blogspot.com/feeds/6547818754581353080/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professormarcelohistoria.blogspot.com/2010/02/linha-do-tempo-historia-geral.html#comment-form' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3579575048293629565/posts/default/6547818754581353080'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3579575048293629565/posts/default/6547818754581353080'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professormarcelohistoria.blogspot.com/2010/02/linha-do-tempo-historia-geral.html' title='Linha do tempo - História Geral'/><author><name>Professor Marcelo Tavares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11142976079837848772</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/_ZXvafw-nagI/Sn_7G6hNO9I/AAAAAAAAAAM/7QbRW5yYWV8/S220/Tartaruga.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_ZXvafw-nagI/S4Lc8AeUMiI/AAAAAAAAABI/M-f927S6WEg/s72-c/Linha+do+tempo+(Geral).JPG' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3579575048293629565.post-5066308253416610008</id><published>2010-02-20T06:55:00.000-08:00</published><updated>2010-02-22T11:33:12.548-08:00</updated><title type='text'>Como se faz uma pesquisa?</title><content type='html'>&lt;strong&gt;1. O que é uma pesquisa e para que serve?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Uma pesquisa é uma investigação sistemática, baseada em métodos racionais e cujo objetivo é produzir um conhecimento novo, trazendo respostas àquilo que não se sabe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2. Qual a diferença entre a pesquisa escolar e a pesquisa acadêmica?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Mesmo considerando a hipótese de que uma pesquisa escolar gere um novo conhecimento para o conjunto da humanidade, geralmente o seu objetivo é sintetizar ou aprofundar aquilo que foi ou será discutido em sala de aula. Já a pesquisa acadêmica apresenta um maior rigor teórico-metodológico e, para justificar-se a si própria, deve apresentar um tema inédito ou uma abordagem inovadora sobre um assunto já conhecido. Nesse sentido, deve preencher uma lacuna existente no conhecimento científico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3. Pesquisa manuscrita ou pesquisa digitada?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Depende do professor. Existem aqueles que preferem pesquisas digitadas e outros que exigem pesquisas manuscritas.&lt;br /&gt;Com o advento da Internet, a rede acabou se transformando em uma terra de ninguém, onde uns copiam textos dos outros sem sequer reelaborar essas informações. Essa atitude além de criminosa, pois fere os direitos autorais, não contribui para a criação de novos conhecimentos por parte dos alunos, substituindo o prazer da descoberta pelo simples ato mecânico do “Control A, Control C, Control V”. Percebe-se assim uma espécie de “caldo de cultura” da Internet, com muitos textos repetitivos e pouco conhecimento inédito. Eis alguns antídotos contra a praga do “copia e cola”:&lt;br /&gt;• o professor deve exigir que o aluno diversifique as fontes de pesquisa com Internet, livros, jornais e revistas, e utilizando, no mínimo, três obras. Menos do que isso não é pesquisa, é plágio.&lt;br /&gt;• o aluno pode grifar as palavras e os trechos que considerou mais importantes;&lt;br /&gt;• por fim, o mais importante de tudo, o aluno deve apresentar a pesquisa para a classe expondo o que aprendeu.&lt;br /&gt;No caso da pesquisa manuscrita, criou-se o mito de que o aluno aprende mais porque é obrigado a ler e a copiar. Na realidade, assim como o aluno pode ler um texto apenas com os olhos sem prestar atenção no seu conteúdo, o mesmo pode acontecer com o trabalho manuscrito. Sendo assim, são válidas as mesmas recomendações para os trabalhos digitados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4. Pesquisa em grupo ou individual?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Depende. A pesquisa em grupo deve ser estimulada pelo professor como forma de incentivar a cooperação, a habilidade em dividir os temas e a responsabilidade entre os alunos. No entanto, as pesquisas em casa muitas vezes acabam se transformando em um encontro de amigos, sendo pouco produtivas. Nesse caso a pesquisa na escola pode ser uma boa saída. O professor pode também solicitar trabalhos individuais, caso queira conhecer melhor seus alunos.&lt;br /&gt;Recomenda-se que a nota, mesmo em pesquisas em grupo, seja individual e que o professor saiba o que cada aluno realizou na pesquisa apresentada. É interessante também que os alunos trabalhem em grupos diferentes no decorrer do ano, evitando as “panelinhas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;5. Como se faz uma pesquisa?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;O primeiro passo é a definição do tema e dos subtemas por sugestão do professor ou dos próprios alunos. O professor deve apresentar os critérios de avaliação, auxiliando na divisão dos grupos e na procura das fontes de pesquisa. Toda pesquisa deve ter capa, índice, introdução, desenvolvimento, considerações finais e referências bibliográficas.&lt;br /&gt;Deve-se começar a pesquisa por um levantamento bibliográfico. Com o auxílio do professor e dos colegas procure elencar todas as obras que tratam do assunto estudado. Se forem muitas, procure as que parecerem mais importantes. Não se limite à biblioteca da sua escola ou a um único site. Seguem-se as partes fundamentais da pesquisa:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;5.1. Índice&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Deve conter todos os tópicos e subtópicos trabalhados, com as respectivas páginas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;5.2. Introdução&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;É a apresentação geral da pesquisa, dando ao leitor uma visão ampla do que será trabalhado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;5.3. Desenvolvimento&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Também chamado de “corpo da pesquisa”, trata-se da pesquisa em si, com seus subtítulos, mapas e demais figuras. É o clímax do trabalho.&lt;br /&gt;É interessante confrontar autores e posicionamentos, demonstrando sempre que o conhecimento não é algo pronto e acabado, mas é fruto de reflexão e reelaboração. Nesse sentido, é importante realizar anotações do que se leu em folhas separadas – os fichamentos – , procurando sempre as idéias principais dos autores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;5.4. Considerações finais&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Após tantas leituras, deve-se chegar a uma conclusão que sintetize todo o texto e seja fiel ao mesmo. Optamos por “considerações finais” porque uma pesquisa, assim como o próprio conhecimento humano, nunca está concluída, podendo sempre suscitar novas investigações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;5.5. Referências bibliográficas&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Diferentemente do levantamento bibliográfico (ou bibliografia) que é o conjunto de todas as obras que tratam do tema, as referências bibliográficas correspondem somente às obras usadas na pesquisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6. A apresentação do trabalho&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A apresentação do trabalho é muito importante, pois de nada adianta uma ótima pesquisa se o professor não conseguir entender o que está escrito. O capricho é um ponto importante da pesquisa, chegando mesmo a influenciar na nota. Vejamos algumas dicas de como apresentar o trabalho:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6.1. Formatação&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) recomenda o uso de papel A4 (21,0 cm X 29,7 cm); fonte 12 para o texto e 10 para as notas de rodapé e citações que ultrapassarem três linhas, usando-se, geralmente as fontes Arial ou Times New Roman; o espaçamento das linhas deve ser de 1,5; as margens da folha devem ser: esquerda e superior (3,0 cm) e direita e inferior (2,0 cm).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6.2. Capa&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Deve apresentar a seguinte ordem:&lt;br /&gt;Nome da escola&lt;br /&gt;Título do trabalho&lt;br /&gt;Professor / matéria&lt;br /&gt;Aluno(s)&lt;br /&gt;Cidade / ano&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6.3. Aspas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;São usadas quando citamos o autor de forma literal. Ultrapassando as três linhas, suprime-se as aspas e utiliza-se a fonte 10, com espaço simples entre as linhas e recuo maior do que o texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6.4. Citações&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6.4.a. Monografia no todo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;1 autor:&lt;br /&gt;MOTTA, Fernando C. P. &lt;em&gt;Teoria geral da administração:&lt;/em&gt; uma introdução. 22.ed. São Paulo: Pioneira, 2000.&lt;br /&gt;2 autores:&lt;br /&gt;LAUDON, Kenneth C.; LAUDON, Jane P. &lt;em&gt;Management information systems:&lt;/em&gt; new approaches to organization &amp;amp; technology. 5 th ed. New Jersey: Prentice Hall, 1998.&lt;br /&gt;3 autores:&lt;br /&gt;BIDERMAN, C.; COZAC, L. F. L.; REGO, J. M. &lt;em&gt;Conversas com economistas brasileiros.&lt;/em&gt; 2.ed. São Paulo: Ed. 34, 1997.&lt;br /&gt;Mais de 03 autores (nestes casos, acrescenta-se a expressão et al, após o primeiro autor):&lt;br /&gt;SLACK, N. et al. &lt;em&gt;Administração da produção.&lt;/em&gt; São Paulo: Atlas, 1997.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obs.: Pode-se utilizar o negrito no lugar do itálico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6.4b. Teses e Dissertações&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;MIYAMOTO, S. &lt;em&gt;O Pensamento geopolítico brasileiro:&lt;/em&gt; 1920-1980. 1981. 287f. Dissertação (Mestrado em Ciência Política) - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6.4.c. Manual&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;BRASÍLIA. Ministério da Fazenda. Secretaria do Tesouro Nacional. &lt;em&gt;Sistema integrado de administração financeira do governo federal. &lt;/em&gt;Brasília, 1996. 162 p. (Manual SIAF, 5).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;6.4.d. Parte de monografia&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;AUTOR(es).//Título:/subtítulo da parte(se houver).//In:/&lt;em&gt;Referência completa da monografia no todo.&lt;/em&gt;//informar ao final a paginação correspondente à parte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6.4.e. Capítulo de livro&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;ROVIGHI, S. V. Ontologia existencial e filosofia da existência. In: ________. &lt;em&gt;História da filosofia contemporânea:&lt;/em&gt; do século XIX à neoescolástica. Tradução por Ana Pareschi Capovilla. São Paulo: Loyola, 1999. Cap. 15, p. 397-412.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6.4.f. Informações retiradas da Internet&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;No caso de documentos online, apresentar a URL entre os sinais&lt;&gt; precedido das expressão "Disponível em:" finalizando com a data de acesso como mostra o exemplo abaixo.&lt;br /&gt;ENCICLOPÉDIA da música brasileira. São Paulo, 1998. Disponível em: &lt;&lt;a href="http://www.uol.com.br/encmusical/"&gt; http://www.uol.com.br/encmusical/&lt;/a&gt;&gt; . Acesso em: 16 ago. 2001.&lt;br /&gt;&lt;http:&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6.4.g. Publicação periódica&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;REVISTA BRASILEIRA DE ECONOMIA.&lt;/em&gt; Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1947- . Trimestral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6.4.h. Parte de publicação periódica&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;REZENDE, C. S.; REZENDE, W. W. Intoxicações exógenas. &lt;em&gt;Revista Brasileira de Medicina .&lt;/em&gt; v. 59, n. 1/2, p. 17-25. jan./fev. 2002.&lt;br /&gt;CADREERI, T., BRAUNE, P. Negociação: uma parte essencial. &lt;em&gt;Folha de São Paulo.&lt;/em&gt; São Paulo, I mar. 1990, Caderno B, p.2.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6.4.i. Abreviaturas e termos usados nas notas de rodapé&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Nas citações que aparecerem na seqüência do texto podem ser referenciadas de maneira abreviada, em notas:&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;apud&lt;/em&gt; - citado por, conforme, segundo;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;idem &lt;/em&gt;ou &lt;em&gt;id&lt;/em&gt; - mesmo autor;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;ibidem&lt;/em&gt; ou &lt;em&gt;ibid&lt;/em&gt; - na mesma obra;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;opus citatum&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;opere citato&lt;/em&gt; ou &lt;em&gt;op. cit.&lt;/em&gt; - obra citada;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;passim &lt;/em&gt;- aqui e ali (quando foram retirados de intervalos);&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;loco citato&lt;/em&gt; ou &lt;em&gt;loc. Cit.&lt;/em&gt; - no lugar citado;&lt;br /&gt;- cf. - confira, confronte;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;sequentia&lt;/em&gt; ou &lt;em&gt;et seq.&lt;/em&gt; - seguinte ou que se segue.&lt;br /&gt;Somente a expressão apud pode ser usada no decorrer do texto.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3579575048293629565-5066308253416610008?l=professormarcelohistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professormarcelohistoria.blogspot.com/feeds/5066308253416610008/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professormarcelohistoria.blogspot.com/2010/02/como-se-faz-uma-pesquisa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3579575048293629565/posts/default/5066308253416610008'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3579575048293629565/posts/default/5066308253416610008'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professormarcelohistoria.blogspot.com/2010/02/como-se-faz-uma-pesquisa.html' title='Como se faz uma pesquisa?'/><author><name>Professor Marcelo Tavares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11142976079837848772</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/_ZXvafw-nagI/Sn_7G6hNO9I/AAAAAAAAAAM/7QbRW5yYWV8/S220/Tartaruga.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3579575048293629565.post-2746032276031454015</id><published>2010-02-20T06:43:00.000-08:00</published><updated>2010-04-14T05:21:41.635-07:00</updated><title type='text'>Como estudar História?</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ZXvafw-nagI/S3_2-K88LDI/AAAAAAAAABA/Cocspg_s6rw/s1600-h/1234134011G1Jox9[1].jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5440338422839127090" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 300px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ZXvafw-nagI/S3_2-K88LDI/AAAAAAAAABA/Cocspg_s6rw/s320/1234134011G1Jox9%5B1%5D.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Introdução &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Estudar e compreender a História não é tão simples como se imagina, pois se trata de uma matéria abstrata, que lida com conceitos e exige muita dedicação. Apesar disso o conhecimento do passado pode ser muito interessante, tornando-nos pessoas cultas e prontas para melhorar a nossa própria História e a do mundo que nos cerca.&lt;br /&gt;Nomes, datas e locais são importantes porque estabelecem o contexto do que está sendo estudado. Não adianta, porém, ficar só decorando esses dados, porque eles não explicam nada por si. Lembre-se: decorar é o oposto de raciocinar!&lt;br /&gt;Quais as causas (fatores) de determinado fato histórico? Quais as suas características? Quais as suas consequências? Qual a relação entre essa matéria que eu estou estudando e a minha vida? Essas perguntas são fundamentais para quem estuda a História.&lt;br /&gt;Para auxiliá-lo(a) nesse ano que se inicia elaborei essas dicas, que poderão ser muito úteis até para as outras matérias.&lt;br /&gt;Finalizo essa introdução com uma frase do historiador Marc Bloch: “da incompreensão do passado nasce a ignorância do presente”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;a) Na escola&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;1. Silêncio e atenção na explicação, pois não adianta estar na aula só de “corpo presente”.&lt;br /&gt;2. Não deixe a preguiça dominar, seu tempo vale ouro.&lt;br /&gt;3. Faça todas as atividades de classe.&lt;br /&gt;4. Não leve dúvidas para casa. Tire-as imediatamente com o seu professor.&lt;br /&gt;5. Tenha seu próprio material.&lt;br /&gt;6. Estudar história não é decorar, é raciocinar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;b) Em casa&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;7. Mantenha a saúde, comendo alimentos saudáveis e dormindo satisfatoriamente.&lt;br /&gt;8. Administre bem o seu dia, para que haja tempo tanto para o estudo quanto para o lazer.&lt;br /&gt;9. Transforme o estudo em um hábito diário (“aula dada, aula estudada”), pois estudar somente na véspera da prova não adianta.&lt;br /&gt;10. Estude em um local arejado, bem iluminado e, de preferência, silencioso, longe da TV ou das distrações do computador.&lt;br /&gt;11. Faça toda a lição de casa e anote suas dúvidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;c) Técnicas de estudo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;12. Concentre-se no texto a ser estudado, tentando deixar as outras preocupações de lado.&lt;br /&gt;13. Leia o texto no mínimo 3 vezes: 1ª leitura, ou de aproximação: onde você conhece as idéias gerais do texto e procura as palavras desconhecidas em um dicionário; 2ª leitura, ou de aprofundamento: leia grifando as palavras-chave e os trechos mais importantes, lembrando que se você não entendeu um parágrafo, leia-o mais de uma vez e só depois passe para o próximo; 3ª leitura, ou de síntese: elabore, a partir das palavras e trechos-chave, um resumo do texto com suas próprias palavras. Se necessitar, leia mais vezes e peça auxílio ao seu professor.&lt;br /&gt;14. Use outras fontes de pesquisa se precisar, caso queira um conhecimento mais aprofundado sobre determinado assunto.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A Dica&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;(Fonte: &lt;a href="http://www.historiadigital.org/2009/06/como-estudar-historia-primeira-parte.html"&gt;http://www.historiadigital.org/2009/06/como-estudar-historia-primeira-parte.html&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;1- Situe o fato no tempo e espaço: Saber quando e onde ocorreu determinado fato histórico é condição elementar para saber história.&lt;br /&gt;2- Analise o contexto histórico: contexto histórico é o conjunto de acontecimentos que cerca o fato em questão. É o ponto mais importante do roteiro, pois mostra que não existem fatos isolados. A noção do contexto histórico rompe com a decoreba de conteúdos.&lt;br /&gt;3- Conheça os antecedentes: antecedentes são as causas de determinado fato histórico, e estão interligados ao contexto histórico. As causas permitem entender os motivos que levaram ao fato.&lt;br /&gt;4- Compreenda o fato: isto é, entenda o evento propriamente dito, através de suas características e seu significado histórico.&lt;br /&gt;5- Perceba os seus desdobramentos: desdobramentos são as consequências do fato estudado. Conhecer as consequências permite estabeleceremos um gancho para analisar o próximo fato histórico.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A Aplicação&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Exemplo de aplicação deste roteiro:&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;a) Fato Histórico: Primeira Guerra Mundial.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;b) Espaço e Tempo: Europa, de 1914 a 1918.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;c) Contexto Histórico: Imperialismo, Política de Alianças, Paz Armada.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;d) Causas: Disputa de mercados imperialistas, Divergências político-econômicas, Revanchismos, Nacionalismo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;e) Evento: A guerra, O início, Blocos militares em conflito, Etapas, O término.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;f) Consequências: Tratado de Versalhes, Fim da hegemonia européia, Surgimento de novas nações, EUA como potência mundial, Criação da Liga das Nações, Revanchismo alemão, Fortalecimento do nazi-fascismo.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Confie em sua capacidade, você pode mais do que imagina!&lt;/em&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3579575048293629565-2746032276031454015?l=professormarcelohistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professormarcelohistoria.blogspot.com/feeds/2746032276031454015/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professormarcelohistoria.blogspot.com/2010/02/como-estudar-historia.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3579575048293629565/posts/default/2746032276031454015'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3579575048293629565/posts/default/2746032276031454015'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professormarcelohistoria.blogspot.com/2010/02/como-estudar-historia.html' title='Como estudar História?'/><author><name>Professor Marcelo Tavares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11142976079837848772</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/_ZXvafw-nagI/Sn_7G6hNO9I/AAAAAAAAAAM/7QbRW5yYWV8/S220/Tartaruga.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_ZXvafw-nagI/S3_2-K88LDI/AAAAAAAAABA/Cocspg_s6rw/s72-c/1234134011G1Jox9%5B1%5D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3579575048293629565.post-7607299798135973170</id><published>2010-02-17T20:22:00.000-08:00</published><updated>2010-02-17T20:31:38.954-08:00</updated><title type='text'>Novidades sobre o faraó Tutancâmon</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_ZXvafw-nagI/S3zCRycPV_I/AAAAAAAAAA4/ax4HBUY6wPE/s1600-h/imagem.JPG"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; FLOAT: left; HEIGHT: 161px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5439436060810500082" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ZXvafw-nagI/S3zCRycPV_I/AAAAAAAAAA4/ax4HBUY6wPE/s320/imagem.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;CAIRO (AFP) - Uma parte do mistério que envolve o mítico faraó Tutancâmon pôde ser esclarecido com testes de DNA feitos em sua múmia, mas esspecialistas admitem ter ainda muito o que fazer para resolver os enigmas sobre sua família e seu reinado, há mais de 3.000 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O chefe do Departamento de Antiguidades egípcias, Zahi Hawass, confirmou nesta quarta-feira a hipótese levantada por inúmeros cientistas segundo a qual o pai de Tutancâmon é, realmente, o faraó Akhenaton. Mas, ao mesmo tempo, lançou especulações sobre sua mãe, afastando de vez uma das candidatas, a rainha Nefertiti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hawass informou que outros testes de DNA iam ser realizados nas múmias reais para dar continuidade ao estudo da genealogia do faraó e de outros membros da XVIII dinastia (1580-1314 a.C). Novos resultados poderão ser anunciados em seis meses, prometeu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Múmia descoberta no Vale dos Reis pôde ser identificada como sendo a do pai de Tutancâmon, atribuída com uma "certeza quase total" a Akhenaton, segundo o Conselho Supremo das Antiguidades egípcias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os trabalhos deverão se concentrar, a partir de agora, entre outros, em múmia anônima identificada como a de sua mãe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conhecida pelo código KV35YL, ou, de modo mais romântico, como a "Young Lady" (jovem senhora), esta múmia foi descoberta em 1898 pelo arqueólogo francês Victor Loret, no Vale dos Reis, perto de Luxor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Não se sabe seu nome, mas o mais importante é que esta dama é filha de Amenhotep III e da rainha Tiyi", avós de Tutancâmon, declarou Hawass.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Não é, então, possível que seja Nefertiti", esposa de beleza legendária de Akhenaton, assegurou, desmentindo as teses de alguns estudiosos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hawass falou sobre o assunto à imprensa no Museu do Cairo, onde está exposto o tesouro descoberto em 1922 no túmulo de Tutancâmon, com caixões contendo as múmias de Akhenaton, Tiyi e a "Young Lady".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os testes de DNA falam, na realidade, pouco sobre o jovem rei, que subiu ao trono aos nove anos de idade, morrendo menos de dez anos depois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este breve reinado foi marcado pela volta à força do culto de Amon e das divindades tradicionais, afastadas por Akhenaton, o faraó "herético" adepto de uma forma primitiva de monoteísmo - o culto de Aton.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os estudos de DNA permitem afastar a hipótese de que Tutancâmon teria sido assassinado. Os testes atribuem a morte à malária severa, agravada por problemas ósseos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A genética mostra também o faraó, conhecido do grande público por sua suntuosa máscara mortuária de 11 quilos de ouro, como um indivíduo "de constituição física frágil", segundo Hawass.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O menino faraó mancava devido a uma necrose óssea e seu esqueleto apresentava traços de fratura no alto da perna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De seus amores não se sabe grande coisa, mas os testes de DNA preliminares confirmam que é o pai, provavelmente com sua esposa Ankhsenpaamon, de dois fetos embalsamados, encontrados junto de sua sepultura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://br.noticias.yahoo.com/s/afp/100217/mundo/egito_medicina_arqueologia_hist__ria_1"&gt;http://br.noticias.yahoo.com/s/afp/100217/mundo/egito_medicina_arqueologia_hist__ria_1&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Acesso em 18/02/2010&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3579575048293629565-7607299798135973170?l=professormarcelohistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professormarcelohistoria.blogspot.com/feeds/7607299798135973170/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professormarcelohistoria.blogspot.com/2010/02/novidades-sobre-o-farao-tutankamon.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3579575048293629565/posts/default/7607299798135973170'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3579575048293629565/posts/default/7607299798135973170'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professormarcelohistoria.blogspot.com/2010/02/novidades-sobre-o-farao-tutankamon.html' title='Novidades sobre o faraó Tutancâmon'/><author><name>Professor Marcelo Tavares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11142976079837848772</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/_ZXvafw-nagI/Sn_7G6hNO9I/AAAAAAAAAAM/7QbRW5yYWV8/S220/Tartaruga.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_ZXvafw-nagI/S3zCRycPV_I/AAAAAAAAAA4/ax4HBUY6wPE/s72-c/imagem.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3579575048293629565.post-4943379799442519512</id><published>2009-08-26T14:38:00.000-07:00</published><updated>2009-08-26T15:12:19.208-07:00</updated><title type='text'>Quanto custa um político no Brasil</title><content type='html'>&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-847412209c91a0a0" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v7.nonxt7.googlevideo.com/videoplayback?id%3D847412209c91a0a0%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1330301713%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D5BA4605CC8AFC3C770D0A4B4BC6235C061908E6E.560C43C5439306181C4B4A00DDEC397AA2ED6313%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D847412209c91a0a0%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DTPDC9DlpP1zN_y8RVGQoZZyE5j8&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v7.nonxt7.googlevideo.com/videoplayback?id%3D847412209c91a0a0%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1330301713%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D5BA4605CC8AFC3C770D0A4B4BC6235C061908E6E.560C43C5439306181C4B4A00DDEC397AA2ED6313%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D847412209c91a0a0%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DTPDC9DlpP1zN_y8RVGQoZZyE5j8&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3579575048293629565-4943379799442519512?l=professormarcelohistoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='enclosure' type='video/mp4' href='http://www.blogger.com/video-play.mp4?contentId=847412209c91a0a0&amp;type=video%2Fmp4' length='0'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professormarcelohistoria.blogspot.com/feeds/4943379799442519512/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://professormarcelohistoria.blogspot.com/2009/08/quanto-custa-um-politico-no-brasil.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3579575048293629565/posts/default/4943379799442519512'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3579575048293629565/posts/default/4943379799442519512'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professormarcelohistoria.blogspot.com/2009/08/quanto-custa-um-politico-no-brasil.html' title='Quanto custa um político no Brasil'/><author><name>Professor Marcelo Tavares</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11142976079837848772</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/_ZXvafw-nagI/Sn_7G6hNO9I/AAAAAAAAAAM/7QbRW5yYWV8/S220/Tartaruga.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
